As indústrias cada vez mais modernizam seus métodos de fabricação para redução de mão de obra e aumento de produtividade, o que consequentemente reduz seus custos e os preços para seus clientes. Para tal adquirem centros de corte e de usinagem sofisticados, sistemas de armazenagem com pontes rolantes, investem em treinamento dos colaboradores, etc.
Entretanto, no mercado de esquadrias de alumínio, sobretudo no dos atuais associados da AFEARJ, que fabricam esquadrias sob medida, os clientes não têm colaborado em nada para o aumento da produtividade.
Um de nossos associados comentou comigo recentemente que observou que sem que ele percebesse, uma de suas obras já havia adotado apenas para portas de giro de uma folha com venezianas 14 medidas diferentes e a obra nem havia determinado todas as medidas de portas ainda.
Por outro lado o mesmo associado que sofreu na obra das portas, fez outra obra com quatro torres de trinta pavimentos cada, sendo três residenciais com corrimãos curvos, côncavos e convexos na mesma varanda, e uma torre comercial com fachadas curvas. O engenheiro autorizou a fabricação de tudo pelo projeto, garantindo assim todas as medidas e a obra foi um sucesso.
Cada vez mais, me convenço que este sistema deve ser adotado imediatamente e para sempre, pois estamos falando aqui é de engenharia. Só podemos adotar sistemas ágeis de fachadas, com instalação de painéis iniciada antes da concretagem de todas as lajes, se a construtora garantir, além das medidas, que haverá perfeição nos prumos laterais e frontais e nos níveis.